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HOMEOPATIA

O TRATAMENTO HOMEOPÁTICO JÁ COMPLETOU DUZENTOS ANOS E FOI DITO, "HOMEOPATIA - A VELHA MEDICINA DO FUTURO".
Os princípios homeopáticos foram determinados por Samuel Hahnemann no final do século XVIII, e foram baseados na cura pelo semelhante (Similia Similibus Curantur), isto é, uma substância capaz de produzir determinada alteração (sintoma) em um indivíduo saudável, teria a capacidade de curar esta alteração, em uma condição de doença, quando dada em doses pequenas. Um ministro francês na época em que a medicina clássica teve muito receio de perder espaço para a homeopatia, disse quando foi a ele solicitado para que impedisse a divulgação da nova terapêutica: "Se a homeopatia é uma quimera, ela por si só acabará, mas se não...". E assim com maior ou menor dificuldade estamos com a homeopatia sendo considerada e respeitada. Com a nova era vieram novos conceitos e conceitos já antigos foram, estão e serão acumulados. A própria necessidade da globalização demonstra que estamos necessitando de mais e mais conhecimentos no sentido de entendermos esta mundo como um todo e não mais como parte, e como somos a parte fundamental deste mundo também necessitamos esta compreensão do ser humano único, individualizado o que sobretudo o integra ao tudo. Quando Hahnemann - o precursor da homeopatia - médico renomado, com muito conhecimento, se rebelou aos tratamentos médicos de sua época pois eram muito agressivos. Procurou e encontrou. Também usou de sua genialidade para criar o novo processo terapêutico. Baseado em Hipócrates que dizia HÁ DUAS POSSIBILIDADES DE SE TRATAR UMA DOENÇA, PELO SEMELHANTE OU PELO CONTRARIO. A medicina clássica recomenda o tratamento pelo contrário, por exemplo, uma doença digestiva por excessos alimentares era resolvida com "medicações que provocavam vômitos". Partindo deste princípio, passou a usar o próprio corpo para fazer experimentos, ingerindo pequenas doses de determinados remédios, bem como passou a observar e anotar as informações sobre seus pacientes. Em 1810 publicou seu livro mestre, chamado "O Organon da Ciência Médica Racional" , que foi aperfeiçoado em 1819, mudando o nome para "O Organon da Arte de Curar". No Brasil, se fala em Homeopatia desde 1818 porém, só em 1840, através do Dr. Bento Mure, médico francês, é que se iniciou sua propagação no Rio de Janeiro. Em 1843 fundou-se o Instituto Homeopático do Brasil, mas só em 1980, é que a Homeopatia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e, em 1990, passou a constar do Conselho de Especialidades Médicas da Associação Médica Brasileira, deixando assim de fazer parte das terapias alternativas. A homeopatia visa tratar as causas. Portanto é diferente da medicina clássica. Prefere-se a homeopatia pela baixa quantidade de efeitos colaterais. Ainda temos outras vantagens: na homeopatia, quando damos o medicamento, visamos tratar o todo e não somente a parte. O lado mental emocional é levado em conta. E ainda em tempos difíceis, o custo do tratamento é normalmente mais baixo. O método é baseado na diluição e dinamização do medicamento, isto é, quanto mais os efeitos de uma substância se aproximam dos sintomas do paciente, mais suas virtudes terapêuticas são importantes na cura do paciente ("lei da semelhança"). Por exemplo: Dilui-se 1 gota de tintura de arnica Montana ( sim ela mesma, aquela que a vovó usava quando nos machucávamos), em 99 gotas de água e álcool, bate-se por cem vezes e obtemos a primeira dinamização a C H 1, e assim vamos diluindo e dinamizando CH 2, 3,......6,.....12, ......30,.......200,... e assim por diante. A homeopatia visa tratar as causas e não os efeitos, visa tratar o indivíduo como um todo, não tem efeitos colaterais, sendo na maioria das vezes suficiente, e no mínimo uma grande ferramenta de auxílio ao equilíbrio do indivíduo, mesmo quando está necessitando terapêuticas mais imediatistas, mais organicistas. E ainda ressaltamos que o bom senso dirá sempre quando existe a necessidade de tratamentos convencionais. Enriquecendo as defesas naturais do organismo Utilizando remédios naturais destinados a aumentar as capacidades curativas que o organismo possui, a Homeopatia trata a pessoa dentro da sua globalidade. A doença é concebida como um desequilíbrio interno e os homeopatas se esforçam para resolver os problemas subjacentes sem atacar unicamente os sintomas. Com este objetivo, eles utilizam remédios específicos, fortemente diluídos que, quando absorvidos de uma forma não diluída, produzirão numa pessoa os sintomas de uma determinada doença. Consultando um Homeopata Muita gente se interessa em saber como deveria se portar numa consulta a um homeopata. É muito importante que você explique correta e detalhadamente os seus sintomas. Para isso, você precisa observar seu organismo. Nosso corpo transmite informações importantes, que demonstram nossa maneira peculiar de ser. Procure não se censurar ao relatar um sintoma. Um sintoma pode ser estranho, mas pode também ser peculiar a determinados remédios. A Homeopatia se baseia na semelhança entre os sintomas que os pacientes manifestam, e aqueles sintomas que os medicamentos produzem no homem que os experimentou. É fundamental que você procure relatar todos os sintomas, tanto quanto a melhora ou piora. Antes de ir ao consultório, faça um resumo de seus sintomas, de como são e de que modo eles aparecem, melhoram ou pioram. Siga o seguinte roteiro: · Em relação ao horário, que parte do dia, tarde, noite eles aparecem? · Observe a intolerância ou a melhora dos sintomas em relação às mudanças climáticas, ao sol, ao vento, à chuva, à umidade, aos golpes de ar, aos lugares quentes e fechados; · Anote a relação de movimento ou repouso com os sintomas. Eles pioram ou melhoram ao exercitar-se, no início do movimento, após mover-se, subindo, descendo; · Analise a posição em que os sintomas aparecem, melhoram ou pioram. Em pé, sentado, deitado, deitado sobre os lados; · Observe os estímulos externos. O tocar, esfregar, apertar, a claridade, os barulhos, música, conversa, odores; · Em relação às refeições, antes, durante, e após. Alimentos frios, quentes, engolir sólidos, líquidos, em seco. Desejos, aversões, e intolerância aos alimentos ácidos, gorduras, amido, sal, salgados, doces, açúcar, vegetais, leite, ovos, carne, queijos, cebolas, álcool, cervejas, vinhos, café, chá, drogas, etc... · Em relação à sede, qual a quantidade, freqüência, temperatura dos líquidos para beber; · Observe seu sono. Tem dificuldades para dormir ? Qual o tipo de sono? E o estado de humor, antes, durante, ao acordar, posição para dormir, sonhos, etc; · Em relação à menstruação, quais sintomas aparecem antes, durante, e depois. Características da menstruação como aspecto, regularidade, duração, quantidade do fluxo, etc; · Em relação à transpiração, quais os locais de transpiração, a temperatura do suor, os momentos em que transpira mais, a cor do suor, manchas na roupa, etc; · Com relação à vida sexual, dificuldades, dores, realização; · Com relação às eliminações, evacuações, micção, corrimentos. Observar a freqüência, o aspecto e dificuldades para eliminar. Tente se lembrar dos sintomas na ordem cronológica dos acontecimentos. Os sintomas mentais são de extrema importância na prescrição homeopática. Tente fazer um retrospecto de sua vida. Como foi sua infância, como era seu temperamento, suas inseguranças, ansiedades, medos. No relato de sua adolescência, são importantes suas eventuais alterações de temperamento nesta época. Que momentos foram difíceis para você? A perda de alguém muito importante, uma mágoa, uma frustração. O tratamento homeopático é contínuo. Quando você começa a tomar o remédio é preciso perceber as alterações de cada sintoma. É por isso que as consultas devem ser periódicas. Só assim seu médico poderá avaliar se seus sintomas estão seguindo o caminho correto de cura. Você pode fazer anotações sobre seu estado de saúde. Depois quando seu médico indagar sobre seus sintomas, você saberá responder com acerto

Homeopatia, a arte de
enriquecer as
defesas naturais
do organismo.

A forma de apresentação pode ser
gotas, líquida em doses únicas.
Glóbulos, pó e pastilhas.
Quanto mais uma substância é diluída,
maior será sua eficácia.

Os remédios são preparados
segundo regras estritas de diluição
visando reforçar o seu poder.

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